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Livro da Semana: Mistério da Estrada de Sintra

28 de novembro de 2010
A rubrica do livro da semana está de volta. Esta semana escolhi como livro da semana o Mistério da Estrada de Sintra de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão.

Um certo dia, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão decidiram assustar Lisboa, com a história mirabolante de um assassinato ocorrido na estrada de Sintra.

Tendo como única inspiração a força da imaginação, começaram a escrever. Combinavam, vagamente, na véspera o desenrolar da história e enviavam o original, em forma de carta anónima, para o director do "Diário de Notícias", que a publicava diariamente.
E, de facto, o "mistério" foi lido avidamente e conseguiu preocupar os lisboetas. Houve até leitores que acreditaram nos factos narrados, e mesmo quem tivesse medo de viajar para Sintra, chegando a fazerem-se investigações policiais no local.
Tudo se resolveu quando, ao fim de dois meses, os autores se identificaram e explicaram que, afinal, tudo não passava de um belo romance.

Fonte

Livro da Semana: À Espera de um Milagre

26 de julho de 2010
O livro desta semana é do autor Stephen King.

Ambientado em 1935, no corredor da morte de uma prisão da Louisiana, conta a história da relação entre Paul Edgecomb, o chefe de guarda da prisão, e um de seus prisioneiros, John Coffey.
Coffey é um homem negro de grandes proporções, condenado à morte pelo assassinato de duas garotas brancas. Aos poucos, desenvolve-se entre Edgecombe e Coffey uma relação incomum, baseada na descoberta de que o prisioneiro possui um dom mágico que é, ao mesmo tempo, misterioso e milagroso. O guarda se debate em um conflito moral entre o cumprimento do dever e a consciência de que o homem que ele deverá matar pode não ser o culpado de um crime tão brutal.
A história é contada em flashback por Edgecombe, durante sua velhice em um asilo. Além da relação com Coffey, Edgecomb relata as histórias de outros guardas e condenados.

Livro da Semana: Sob O Sol da Toscana

19 de julho de 2010
Descrição de um livro cheio de amor e aventuras em Itália, de uma americana em busca de um novo começo:

Durante muito tempo, Frances Mayes, professora americana, poeta e cozinheira reconhecida, sonhou com a possibilidade de ter uma casa na Toscana. Qualquer uma. Bramasole foi a resposta a sua vontade de fazer parte, durante alguns meses por ano, da vida na província italiana. E não poderia ser uma resposta mais agradável. Um solar cor de abricó, com venezianas verdes, telhas antigas, balcões com gradis de ferro batido e patamares de terreno onde seria possível investir num pomar, na própria produção de azeite e até numa modesta vinícola.Sob o sol da Toscana é o relato minucioso dos primeiros tempos de Frances e seu marido, Ed, em sua bella villa, às voltas com uma empreitada que se provou muito mais custosa e sacrificante do que parecia a princípio. Aqui os vemos derrubando paredes, consertando encanamentos, descobrindo antigas nascentes e até um afresco original. Aqui os vemos, completamente entregues ao prazer de receber amigos para uma refeição leve, à sombra de árvores frondosas, sobre toalhas de linho, ou em passeios pela cidade vizinha de Cortona, uma pequena jóia medieval. Ou ainda elaborando um minucioso roteiro turístico, em que a Toscana é literalmente esquadrinhada, para satisfação do leitor.A proposta poderia fazer lembrar, aos mais desavisados, a do livro de Peter Mayle, Um ano na Provence. Fora o mesmo ímpeto de morar num país que não é o seu, porém, as semelhanças são tênues. Enquanto Mayle faz de sua Provence um lugar em que a joie de vivre é a marca essencial, e carrega no humor, Frances Mayes investe no lirismo e no olho sábio de quem sabe transformar o prazer de comer em conselhos e dicas, para quem gosta de partilhá-los.Leitora perspicaz, Mayes fala de D. H. Lawrence, Keats, Virgílio e Flannery O?Connor, interessa-se pela vida dos santos e entremeia suas memórias com a infância passada no Sul dos EUA, onde sua família era dona de fazendas. A Toscana que surge em seu livro não é apenas um lugar delicioso, que vai nos envolvendo, à medida que viramos as páginas. É um lugar cujas raízes são esmiuçadas, explicadas, investigadas com fina observação antropológica, tornando a viagem, além de deleitosa, instrutiva. Como bem definiu a Booklist americana, eis um livro que possibilita a "mais perfeita viagem sem sair de casa".

Livro da Semana: A Vida Emocional dos Gatos

12 de julho de 2010
Li este livro e adorei. Fantástico como a psicologia também pode ser aplicada aos animais. Quem me dera poder estudar a psicologia animal...

Neste livro o autor, o psicanalista Jeffrey Moussaieff Masson, mergulha no mundo secreto e divertido dos gatos, revelando emoções, desfazendo mitos e acompanhando a evolução do felino, desde criatura solitária da selva até companheiros do ser humano.

No âmago deste livro extraordinário está a observação pura e muitas vezes divertidaa que Masson fez dos seus cinco gatos. O comportamento travesso, a altivez e a feição proporcionam uma forma de analisar emoções que vão da satisfação ao ciúme, da raiva ao amor.

Os gatos são egoístas? Enquanto o egocentrismo humano é definido pela falta de interesse de um indivíduo pelos outros, o narcisismo de um gato é completamente diferente. Os gatos podem parecer egocêntricos, mas nunca deixam de nos observar, assimilando tudo sobre nós. Vêem-nos e sabem que existimos, algo muito distante da vaidade.

Os gatos são curiosos, um traço característico que raramente os mata. Pelo contrário, dá-lhe a possibilidade de avaliar, à sua maneira idiossincrática, se somos merecedores da sua atenção. Os gatos sentem-se felizes por serem quem são. O que pensam sobre nós é um assunto completamente diferente. "Precisamos que os gatos precisem de nós", frisa Masson. "Incomoda-nos que não precisem. Mesmo assim, parecem gostar de nós."

Livro da Semana: O Primo Basílio

5 de julho de 2010
O livro desta semana é o meu livro favorito de Eça de Queirós.

O Primo Basílio é um romance de Eça de Queirós. Publicado em 1878, constitui uma análise da família burguesa urbana no século XIX.
O autor, que já criticara a província em O Crime do Padre Amaro, volta-se agora para a cidade, a fim de sondar e analisar as mesmas mazelas, desta vez na capital: para tanto, enfoca um lar burguês aparentemente feliz e perfeito, mas com bases falsas e igualmente podres. A criação dessas personagens denuncia e acentua o compromisso de O Primo Basílio com o seu tempo: a obra deve funcionar como arma de combate social. A burguesia - principal consumidora dos romances nessa época - deveria ver-se no romance e nele encontrar seus defeitos analisados objetivamente, para, assim, poder alterar seu comportamento.
As personagens de O Primo Basílio podem ser consideradas o protótipo da futilidade, da ociosidade daquela sociedade.


Tirado de Wikipédia

Livro da Semana: O Principezinho

27 de junho de 2010
Uma amiga emprestou-me o livro esta semana e li-o em 1 hora (com pausa). Um livro para adultos e crianças que requer algum espirito interpretativo da filosofia apresentada.

Le Petit Prince, conhecido como O Principezinho, é um romance do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo), publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos.


Fonte: Wikipedia

Livro da Semana: Kitchen Boy

19 de junho de 2010
Um romance fascinante onde os segredos da família imperial russa são finalmente revelados.
A 16 de Julho de 1918, o curso da história da Rússia mudou para sempre. Nessa noite, o czar Nicolau II e a sua família foram brutalmente executados pelos bolcheviques. Houve apenas uma testemunha - o ajudante de cozinha. Ele é a única pessoa viva que realmente sabe o que se passou. Que segredos nos serão revelados sobre os últimos dias dos czares? É que, apesar de já ter passado quase um século, a prisão e execução do czar Nicolau e da sua família continuam envoltas em mistério e fascínio.Numa prosa absorvente e elegante, combinando factos e ficção, Robert Alexander reconta a história através de Leonka, em tempos ajudante de cozinha dos Romanov, que afirma ser a "última testemunha viva" da brutal execução da família imperial.

Fonte

Livro da Semana: A Idade da Inocência

12 de junho de 2010
Sinopse:

Um fabuloso romance sobre três abastados nova-iorquinos apanhados num trágico triângulo amoroso, esta história com um título irónico, conta-nos a grandeza e a hipocrisia da alta sociedade em 1870. No centro do filme está Newland Archer , um advogado com sucesso que deseja secretamente por uma vida com mais paixão. Noivo da bela mas comum May Welland, Newland resigna-se a uma vida de contemplação. Mas quando a inconvencional prima de May, a Condessa Ellen Olenska, regressa a Nova Iorque com escândalo social e sexual, Newland arrisca tudo por uma tentativa de verdadeiro amor.

Livro Online (em inglês)

Fonte
 

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